Entrevista a Norman Lowell

Natural da ilha de Malta, a sagrada ilha de Melita, Norman Lowell considera-se um europeu no completo sentido da palavra. O autor é um banqueiro qualificado, um perito em artes marciais, fundador do Ch’uan Shu em Malta. Norman Lowell é um artista dedicado ao seu próprio estilo abstracto; Pintura de Acção Dionisica .

Norman Lowell concorreu às eleições europeias como cabeça de lista do movimento político/cultural que fundou e do qual é presidente: Imperium Europa, fundado em 2000.

Algumas pessoas afirmam que, no fundo, a sociedade maltesa é racista. Concorda com esta afirmação?

Infelizmente, sim, a sociedade maltesa é racista – e isto não devia ser assim. Está a ver, nós na Imperium Europa somos racialistas.

Você é racista?

Deixe-me esclarecer isto muito bem: nós não somos racistas, nós somos racialistas.

Há uma diferença enorme entre os dois. O primeiro implica o ódio para com as outras raças e a crença de que a própria raça é superior a todas as outras.

Por outro lado, os racialistas compreendem a diferença entre as várias raças. Portanto, um racialista deseja preservar essa diferença, o seu património genético, a sua consciência étnica. Um racialista procura proteger a sua raça; é a diferença genética que, acreditamos nós, determina todas as outras diferenças.

Acredita realmente que as pessoas de Malta são racistas, principalmente considerando o modo como os estrangeiros são aceites na sociedade maltesa?

Se continuarmos deste modo, daqui a alguns anos Malta irá tornar-se no Haiti do Mediterrâneo e nós do Imperium Europa iremos opor-nos a isso com todos os meios disponíveis. Esta traição da nossa bem amada ilha pelos políticos e pela Igreja irá acabar rapidamente logo que eu seja eleito para Bruxelas.

O racismo baseia-se só na cor da pele ou a cultura ocupa também um papel importante?

O racialismo é todo baseado na genética. Todos nós queremos um cavalo árabe de raça pura, um cão ou um gato com pedigree e, contudo, quando se trata da mais criativa raça, da raça europeia, da raça que agraciou este planeta e conquistou a Lua – verificamos que a comunicação social e a Igreja promovem a sua destruição através da miscigenação (reprodução inter-racial). Isto não é nada menos do que suicídio racial.

Acha que as autoridades, incluindo a polícia, os guardas prisionais e judiciais, demonstram algum elemento racista no modo como tratam os presos que não são malteses ou que têm a pele escura?

Não tenho conhecimento dos factos. Contudo, a polícia e o exército têm sofrido uma violência extrema por parte dos refugiados ilegais. Os nossos rapazes têm sido atacados com ossos de pernas de galinha nos olhos. Têm tido comida a escaldar atirada às suas caras. Polícias chegaram a ser feridos a tiro em Gzira. Os nossos homens de uniforme têm de ser comedidos na sua paciência e profissionalismo. Já aguentaram o suficiente. Precisamos de os apoiar, e não vilificá-los por se defenderem.

Porque acha que os estrangeiros de pele escura não devem ser aceites na ilha de Malta?

Estamos numa, sobrepovoada, ilha pequena. O controle sobre a imigração será uma prioridade na nova Europa que nós no Imperium Europa temos em mente.

No vosso manifesto eleitoral, promete acabar com a imigração ilegal. Pede que sejamos duros porque é uma luta pela nossa própria sobrevivência. Não acha que este é um ideal ou um comentário racista?

De modo nenhum! Devemos ficar indefesos perante esta invasão flagrante? Devemos atirar ao chão a toalha da resignação? Devemos inclinar as nossas cabeças e deixar que nos cortem a garganta? Devemos compactuar com um futuro que será um pesadelo para as nossas crianças? Devemos tornar-nos outra Birmingham, Bradford ou Brixton? O Comandante da Polícia Metropolitana de Londres divulgou um comunicado a semana passada afirmando que “as áreas impenetráveis estão a crescer por toda a Bretanha”. Áreas impenetráveis significa que são áreas onde os brancos não podem ir! Os britânicos, um povo outrora nobre e orgulhoso, com um império em redor do globo, tornaram-se agora estrangeiros na sua própria terra.

Nós no Imperium Europa somos a única voz de Malta. Somos a única alternativa real ao sistema decrépito que vendeu a nossa ilha e atirou o seu povo pelo ralo abaixo. Nós do Imperium Europa, e a minha pessoa em particular sendo o seu líder, temos por intento ser a voz do povo de Malta no futuro, inevitável, imparável: Imperium Europa.

2 comentários

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